terça-feira, 1 de outubro de 2013

REFLEXÃO

“Não existe árvore boa que dê frutos ruins, nem árvore ruim que dê frutos bons; porque toda árvore é conhecida pelos seus frutos. Não se colhem figos de espinheiros, nem se apanham uvas de plantas espinhosas. O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração, mas o homem mau tira do seu mau coisas más, porque a boca fala daquilo de que o coração está cheio”. 

Lucas 6,43-45

NOTÍCIAS

João XXIII e João Paulo II serão canonizados conjuntamente a 27 de abril de 2014, II domingo da Páscoa, domingo da Divina Misericórdia

O Papa Francisco presidiu na manhã de ontem, às 10 horas, no Vaticano, um Consistório ordinário público no Vaticano com os cardeais presentes em Roma, para aprovar as causas de canonização de João Paulo II e João XXIII, estabelecendo que tal tenha lugar a 27 de abril de 2014. Trata-se do segundo domingo do tempo pascal, Domingo da Divina Misericórdia, celebração instituída por João Paulo II e na véspera da qual ele próprio faleceu, em 2005.
Recordamos que em fins de julho, na viagem de regresso do Brasil o Papa justificou a decisão de juntar no mesmo dia a canonização dos seus dois predecessores: "Fazer a cerimónia de canonização dos dois juntos quer ser uma mensagem para a Igreja: estes dois são bons, eles são bons, são dois bons".O Papa reconheceu oficialmente um segundo milagre de João Paulo II em julho, depois de ter recebido o parecer favorável da Congregação para as Causas dos Santos, o que vai permitiu avançar com a canonização do beato polaco. No mesmo dia, o Santo Padre aprovou a canonização de João XXIII, falecido há 50 anos, após ter recebido o parecer favorável da Congregação para as Causas dos Santos, dispensando o reconhecimento de um novo milagre.
João Paulo II foi proclamado beato por Bento XVI a 1 de maio de 2011, na Praça de São Pedro. A Igreja celebra a memória litúrgica de João Paulo II a 22 de outubro, data do início de pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito Papa.Por sua vez, João XXIII foi declarado beato pelo Papa João Paulo II, a 3 de setembro de 2000. A sua celebração litúrgica tem lugar a 11 de Outubro, data da abertura do Concílio Vaticano II, por ele convocado.
O último Consistório público ordinário tinha tido lugar a 11 de fevereiro passado, durante o qual Bento XVI apresentou a sua renúncia pontificado.
Fonte: Rádio Vaticano


Da redação do Portal Ecclesia.

SANTO DO DIA

01 de setembro

A vida da Santa Teresinha do Menino Jesus marca na História da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade. No lugar do medo do "Deus duro e vingador", ela coloca o amor puro e total a Jesus, amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros "Infância Espiritual" e "História de uma alma". 
Teresinha na França, em 02 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca. Nasceu numa família muito religiosa. Aos quinze anos conseguiu permissão para entrar no o Carmelo, em Lisieux, concedida especial e pessoalmente pelo Papa Leão XIII. 
Sua obra não frutificou pela ação evangelizadora ou atividade caritativa, mas sim em oração, sacrifícios, provações, penitências e imolações, santificando o seu cotidiano enquanto carmelita. 
Teresinha teve seus últimos anos consumidos pela terrível tuberculose que, no entanto, não venceu sua paciência com os desígnios do Supremo. Morreu em primeiro de outubro de 1897 com vinte e quatro anos, depois de prometer uma chuva de rosas sobre a Terra quando expirasse. Essa chuva ainda cai sobre nós, em forma de uma quantidade incalculável de graças e milagres alcançados através de sua intervenção em favor de seus devotos. 
O papa Pio XI a chamou de "Padroeira especial de todos os missionários, homens e mulheres, e das missões existentes em todo o universo”. 

Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

MENSAGEM DO DIA


“Existe uma inesquecível unidade entre a Sagrada Escritura e a Tradição, já que ambas procedem de uma mesma fonte”.


Cardeal William Joseph

NOTÍCIAS

Francisco: "Não podemos nos resignar diante da dor. O diálogo pode vencer a guerra"

      O Papa Francisco recebeu na manhã desta segunda-feira, no Vaticano, os participantes do Encontro Internacional pela Paz, promovido pela Comunidade de Santo Egídio, sobre o tema: “A Coragem da Esperança”. 
O Encontro Internacional pela Paz foi aberto este domingo, em Roma, com a participação de 400 representantes das grandes religiões e expoentes da vida política e cultural provenientes de 60 países. O evento, que é anual, é uma herança do encontro convocado por João Paulo II em Assis, em 1986.
Em seu discurso, o Pontífice recordou mais uma vez que o mundo necessita de paz. “Não podemos nos resignar diante da dor de povos inteiros, reféns da guerra, da miséria e da exploração. Não podemos assistir indiferentes ao drama de crianças, famílias e idosos atingidos pela violência. Não podemos deixar que o terrorismo aprisione o coração de poucos violentos para semear dor e morte a muitas pessoas.”
Não existe qualquer justificação religiosa para a violência, disse ainda o Papa, ressaltando que um líder religioso é sempre homem de paz, já que o mandamento da paz está inscrito no profundo das tradições religiosas que representam. 
Para Francisco, encontros como os promovidos pela Comunidade de Santo Egídio indicam a estrada a seguir: a coragem do diálogo. “No mundo, nas sociedades, existe pouca paz porque falta o diálogo. A paz requer um diálogo tenaz, paciente, forte, inteligente, para o qual nada está perdido. O diálogo pode vencer a guerra.”
Nesse contexto, prosseguiu, os líderes religiosos são chamados a serem “artesões da paz, unindo e não dividindo, extinguindo o ódio, abrindo as vias do diálogo e não erguendo novos muros! No encontro podemos instaurar a cultura do diálogo e a cultura do encontro”. 
A seguir, Francisco recordou a origem transcendente do diálogo. A herança do primeiro encontro de Assis, disse, mostra como o diálogo esteja intimamente relacionado com a oração de cada um. “Diálogo e oração crescem ou decaem juntos. A relação do homem com Deus é a escola e o alimento do diálogo com os homens.” E concluiu:
“Continuemos a rezar pela paz no mundo, na Síria, no Oriente Médio, em tantos países do mundo. Esta coragem da paz doe a coragem da esperança ao mundo, a todos os que sofrem pela guerra e aos jovens que olham preocupados para seu futuro.”

Fonte: Rádio Vaticana

PASTORAL DO BATISMO

A Pastoral do Batismo sempre realiza nos primeiros sábados de cada mês, as reuniões de preparação para o batismo. Neste momento é enaltecida a fé e a união ente pais e padrinhos.

Os batizados são feitos nos terceiros domingo de cada mês às 10h. da manhã na Igreja Matriz de Santo Antônio.

Atenção: É necessário que pelo menos os Padrinhos tenham sido casados na Igreja.

Horário da reunião: 08:00h da manhã na Igreja Matriz de Santo Antônio.

            

REFLEXÃO

VOLTAR ATRÁS!


A expressão antiga que diz, “palavra de rei não volta atrás”, é totalmente contra os princípios básicos do cristianismo. É a capacidade de reconhecer os próprios erros que engrandece a pessoa e a faz ser mais importante do que o ”rei”, superando seu orgulho, vaidade, amor próprio e querer ser mais importante do que os outros.
Vemos na história dos povos momentos fortes de vingança, de valores colocados na arbitrariedade, provocando ceifa de vidas humanas. Por outro lado, também encontramos gestos profundos de diálogo e reconciliação, de negociação e superação de pretensões iníquas, revelando a capacidade de ação presente nas pessoas.
 Dentro do projeto salvador de Deus, a reconciliação é fundamental. Olhando nos escritos bíblicos, em vários momentos o povo se rebelou contra o Criador, mas sempre foi atendido e perdoado. Isto é sinal de que Deus, em sua bondade, “não quer a morte do pecador, mas que ele se converta e viva” (Ez 18, 23).
Umas das características de quem busca o perdão e é perdoado, é a alegria, a liberdade e a felicidade por causa da reconciliação. O ódio e a vingança matam as pessoas por dentro e as fazem preferir a morte à vida. A incapacidade de pedir perdão e de perdoar traz consequências inimagináveis na vida psicológica e espiritual.
Perdoar é deixar o passado e sentir-se feliz com a nova realidade. Foi o que aconteceu com o pai do filho pródigo do evangelho. Fez festa porque o filho voltou para casa. Para isto, a única condição colocada: você mudou de vida? Então faz parte da convivência familiar, com o mesmo carinho e amor que havia antes.

Até Deus troca de ideia quando os infratores mudam de vida, e não os castiga. Parece estranho o Senhor dar mais atenção a uma ovelha desgarrada do que a noventa e nove que permanecem no rebanho. Caifás fez o contrário: “É melhor que um morra pelo povo todo” (Jo 11, 49-51). São duas realidades contraditórias, que mostram o ser de Deus e ser do mundo.