quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

SANTO DO DIA

22 de janeiro

Vicente Pallotti nasceu em Roma, dia 21 de abril de 1795, numa família de classe média. Com sua mãe aprendeu a amar os irmãos mais pobres, crescendo generoso e bondoso. Enquanto nos estudos mostrava grande esforço e dedicação, nas orações mostrava devoção extremada ao Espírito Santo.
Às vezes sua generosidade preocupava, pois geralmente no inverno, voltava para casa sem os sapatos e o casaco. Em 1818, depois de muito custo, tornou-se sacerdote pela diocese de Roma, onde ocupou cargos importantes na hierarquia da Igreja. Muito culto obteve o doutorado em Filosofia e Teologia.
Vicente defendia que todo cristão leigo, através do sacramento do batismo, tem o legítimo direito assim como a obrigação de trabalhar pela pregação da fé católica. Fundou, em 1835, a Obra do Apostolado Católico, que envolvia e preparava os leigos para promoverem as suas associações evangelizadoras e de caridade.
Vicente Pallotti morreu em Roma, no dia 22 de janeiro 1850, aos cinqüenta e cinco anos de idade. Em 1963, as suas idéias e carisma espiritual foi plenamente reconhecido pelo papa João XXIII que proclamou Vicente Pallotti, Santo. 

São Vicente Pallotti, rogai por nós!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

PAPA FRANCISCO

Proteger a pequenez humana para dialogar com Deus, pede Papa


Na Missa desta terça-feira, 21, Papa Francisco refletiu sobre o relacionamento entre o homem e Deus, o que não se configura como um diálogo com a massa, mas sim algo pessoal. O Santo Padre disse ser preciso proteger a pequenez humana para dialogar com a grandeza de Deus.
O Senhor e os pequenos. Papa Francisco focou sua homilia neste binômio, destacando que o relacionamento de Deus com o seu povo é sempre de pessoa a pessoa, chamando-as pelo nome. Como exemplo, o Santo Padre citou o episódio da criação, quando Deus, com suas próprias mãos, fez o homem e deu-lhe um nome: Adão. 
“E assim começa aquela relação entre Deus e a pessoa. E tem uma outra coisa, há uma relação entre Deus e nós pequenos: Deus, o grande, e nós pequenos. Deus, quando deve escolher as pessoas, também o seu povo, sempre escolhe os pequenos”. 
Nessa escolha se reflete, segundo o Papa, o diálogo entre Deus e a pequenez humana. Deus sempre escolhe os pequenos porque vê o coração, ao passo que o homem olha para a aparência. “O Senhor escolhe segundo os seus critérios”, disse o Pontífice recordando a Primeira Leitura do dia, que narra a escolha de Deus por Davi, o menor dos filhos de Samuel. 
“Todos nós, com o Batismo, fomos eleitos pelo Senhor. Todos fomos eleitos. Escolheu-nos um por um. Deu-nos um nome e nos olha. Há um diálogo, porque assim ama o Senhor. Também Davi depois se tornou rei e errou. Talvez fez tantas coisas, mas a Bíblia nos conta dois erros fortes. E o que fez Davi? Humilhou-se. E retornou à sua pequenez, pediu perdão”. 
O Papa destacou que, com esta atitude de reconhecer-se pecador e pedir que Deus punisse somente a si e não a seu povo, Davi protegeu a sua pequenez, com a oração, com o pranto. E pensando neste diálogo entre Deus e a pequenez humana, Francisco questionou-se onde está a fidelidade cristã. 
“A fidelidade cristã, a nossa fidelidade, é simplesmente proteger a nossa pequenez, para que possa dialogar com o Senhor. Proteger a nossa pequenez. Por isso, a humildade e mansidão são tão importantes na vida do cristão, porque é uma proteção à pequenez, à qual o Senhor gosta de olhar”.

Fonte: Portal Ecclesia

SANTO DO DIA

21 de Janeiro

Inês pertencia à uma rica, nobre e cristã família romana. Isso lhe possibilitou receber uma bela educação. Tinha apenas 13 anos quando foi denunciada como cristã. Tudo porque não aceitou casar-se com o prefeito de Roma. 
A narração que nos chegou conta que o rapaz tentou a todo custo casar-se com Inês, mas nada convencia Inês. Um dia tentou agarrá-la a força e acabou sendo atingido por um raio. O pai do rapaz suplicou a Inês que recuperasse a vida do filho. Inês, armada de fé, rezou e trouxe de novo respiração ao rapaz. 
Diante disso, o rapaz converteu-se, mas o pai, endurecido de coração, passou a perseguir Inês. Acabou presa, mas nem sob tortura renegou a fé em Cristo. Arrastada violentamente até a presença de um ídolo pagão, para que o adorasse, Inês se manteve firme em suas orações à Cristo. Depois foi levada à uma casa de prostituição, para que fosse possuída à força, mas ninguém ousou tocar sequer num fio de seu cabelo. 
Num ato de desespero, o prefeito mandou decapitar a jovem menina, que tornou-se uma das mártires mais conhecidas do cristianismo. Na arte, Santa Inês é comumente representada com uma ovelha, e uma palma, sendo que a ovelha sugere sua castidade e inocência. 

Santa Inês, rogai por nós!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

INTERNACIONAL

Concurso para escolha do hino e da logomarca da JMJ 2016 é iniciado na Polônia


Na última quarta-feira, 15, foi iniciado oficialmente pelo Comitê de Organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) na Polônia, o concurso para o logotipo e o hino do evento, que ocorrerá em 2016 na cidade de Cracóvia. 
Apesar de ser aberto para o público em geral (profissionais e amadores), "a intenção é de que o concurso atraia principalmente a juventude" afirmou o coordenador do comissão, dom Damian Muskus. 
O hino deve tratar sobre a importância religiosa do encontro de jovens, considerado um dos maiores do mundo, e sublinhar o tema da Jornada: "Bem-aventurados os misericordiosos". O texto da música deve ser observado para que o mesmo possa ser traduzido para outras línguas sem perder a melodia original. 
A logomarca deverá ressaltar o patrimônio cultural e espiritual de Cracóvia e apresentar o valor universal da mensagem da Divina Misericórdia. 

As datas de entrega para os projetos são diferentes: 31 de março para a logomarca e 31 de maio para o hino. Após passarem por uma primeira seleção, os projetos serão enviados ao Pontifício Conselho para os Leigos, no Vaticano, onde ocorrerá a escolha final.
Fonte: Exame. com

SALVE SÃO SEBASTIÃO

Salve o nosso Santo Padroeiro

Foi soldado e foi guerreiro
Mas lutou só pelo bem.
São Sebastião lutou no exército de Deus também, 
e não bastou.
Não, não, não, não, não! 
Uma flecha não bastou para calar a sua voz.
São Sebastião! São Sebastião, rogai por todos nós!
Salve o nosso Santo preferido
São Sebastião querido
Mora em nosso coração
Força, fé e amor e a esperança em Cristo Redentor. 
E não bastou.
Salve o nosso Santo Glorioso
Santo humilde e poderoso
Vence a morte pelo amor

São Sebastião, morrer por Cristo é ser vencedor. 
E não bastou.

NOSSA PARÓQUIA EM FESTA

Hoje a Igreja celebra o Dia de São Sebastião, e em nossa Paróquia temos a honra de festejar com alegria o dia deste Santo guerreiro que lutou somente pelo bem. As 5h da manhã fizemos uma longa caminhada até a serra que leva o nome de São Sebastião e em seguida a celebração da santa missa, celebrada pelo Padre Hipolito.


SANTO DO DIA

20 de janeiro

Sebastião na França, mas foi educado em Milão, na Itália. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de tornar-se militar nas tropas romanas, sendo um dos oficiais prediletos de Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos. 
Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo, inclusive o governador de Roma e seu filho. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado e teve que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento. 
Levado à presença de Diocleciano, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas. 
Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado. 
Depois de curado, ele apresentou-se ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condená-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288. 

São Sebastião, rogai por nós!