quarta-feira, 13 de novembro de 2013

SANTO E HOMEM

Encontra-se a venda na Secretaria Paroquial o Livro: SANTO E HOMEM, O Papa João Paulo II.Trata-se de um relato de aspectos pessoais inéditos do Papa João Paulo II: a amizade com o Autor, a paixão pelo esporte e pela natureza e, finalmente, a relação entre o atentado ao Papa, em 13 de maio de 1981 e a revelação do Terceiro Segredo de Fátima.


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A Igreja Católica nas Filipinas está mobilizando diversas iniciativas para auxiliar as vítimas do Tufão que na última sexta-feira, 8, atingiu o país. Várias campanhas foram lançadas por instituições religiosas, associações e fiéis.
Por meio da “Caritas Ásia”, o auxílio aos desabrigados começou imediatamente após a passagem do tufão apelidado de “Haiyan-Yolanda”. De acordo com o coordenador regional da instituição, Eleazar Gomez, a destruição no momento é incalculável, e a estimativa é de que mais de 900 mil pessoas estejam desabrigadas.
“Será necessário um plano de reabilitação e reconstrução em larga escala para que a população volte à vida normal. Estamos próximos das pessoas afetadas pelo luto e apelamos por uma mobilização internacional de governos, ONGs e ajuda privada ", declara Gomez
O Pontifício Instituto para as Missões Exteriores (PIME) deu inicio nesta terça-feira, 12, a uma campanha de doações. A sede da instituição está recebendo todo o tipo de doações para repassar às vítimas.
"Agora precisamos de ajuda imediata: alimentos, remédios, roupas. Mas haverá muito o que fazer, mesmo depois, para a reconstrução das áreas devastadas”, pede o superior regional do PIME, Padre Gianni Re. Os recursos arrecadados serão administrados no local pelos missionários do PIME presentes nas Filipinas desde 1968.
A Diocese de Palo, que inclui a cidade de Tacloban, está entre as regiões mais afetadas. Somente nesta localidade, mais de 150 mil pessoas perderam suas casas. O Santuário de Santo Nino é o ponto de referência para recolher as doações, as 15 paróquias de Tacloban serão os locais de distribuição aos necessitados.
As medidas possibilitarão que o auxílio chegue de modo mais rápido e direto à população. A Arquidiocese de Cebu foi destinada a receber os desabrigados, assim como as paróquias da Olha de Palawan.
A tempestade tropical, com ventos de até 300 km/h, já é considerada a pior na história do país. Autoridades locais estimam que mais de dez mil pessoas tenham morrido, porém as buscas por sobreviventes ainda não terminaram. 

Fonte: Canção Nova

INTERNACIONAL


"Infelizmente, as vítimas são muitas e enormes os danos”, disse o papa Francisco após a oração mariana do Angelus.
O papa recordou a tragédia ocorrida nas Filipinas na última sexta-feira, 8, quando milhares de pessoas foram atingidas pelo tufão Haiyan-Yolanda.
O papa solicitou aos fieis que estavam na Praça de São Pedro um minuto de silêncio. Em seguida, todos rezaram uma Ave Maria. “Rezemos por esses nossos irmãos e irmãs e façamos chegar a eles a nossa ajuda concreta”, pediu Francisco.
Telegrama
Francisco já havia manifestado seu pesar pelas vítimas, por meio de um telegrama, ao presidente das Filipinas, Benigno Aquino III.

Na mensagem, assinada pelo secretário de Estado do Vaticano, dom Pietro Parolin, o papa afirma estar “profundamente triste com a destruição e perda de vidas causadas pelo super tufão” e manifesta solidariedade a todos os atingidos pelo furacão.
Fonte: Canção Nova

SANTO DO DIA

13 de outubro

Diogo nasceu em Alcalá do Porto, em Sevilha, por volta do ano de 1400. Filho de pais muito pobres e simples, viveu como monge eremita, em penitência e oração. Alimentava-se somente com os produtos da pequena horta que cultivava e se vestia com as roupas velhas que o povo lhe dava. Possuidor de dons místicos e inteligência infusa, sua piedade e bondade eram tão reconhecidas que logo ganhou fama de santidade. Depois de alguns anos isolado, resolveu fazer-se franciscano.
Em 1441, o Diogo foi enviado como missionário às Ilhas Canárias. Seu trabalho dedicado valeu-lhe o cargo de superior da ordem. Mas sua atuação não era bem vista pelos colonizadores, pois Diogo defendia os indígenas locais, colocados na condição de escravos pelos dominadores. Assim, tornaram sua atuação muito difícil. Com tantas pressões ele teve que voltar para a Espanha, em 1449.
Na Europa o zeloso irmão não ficou parado. Mudou-se para Roma e lá trabalhou como ninguém na assistência aos doentes. Era respeitado e venerado, mas precisou voltar para a Espanha, onde retomou seus trabalhos como porteiro e cozinheiro.
Morreu em 12 de novembro de 1463 com fama de santidade. 

São Diogo de Alcalá, rogai por nós! 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MENSAGEM DO DIA

A felicidade é, acima de tudo, poder acreditar no futuro.
Sílvia Renate Sommerlath


REFLEXÃO DIÁRIA

A santidade é para todos, afirma o Cardeal Odilo Scherer

Quase no fim do Ano da Fé, a celebração da solenidade litúrgica de Todos os Santos nos deu a ocasião para recordar um dos artigos finais da Profissão de Fé da Igreja: “Creio na comunhão dos santos”. O Catecismo da Igreja Católica explica bem essa afirmação de nossa fé nos parágrafos 946 a 987.
A Igreja possui um “patrimônio comum”, do qual todos participamos: a santidade, dom do Espírito Santo dado aos discípulos de Cristo. Todos contribuímos para esse patrimônio com nossa vida santa e todos somos por ele também beneficiados. Na Igreja, ninguém é herói solitário: estamos em boa companhia!
Isso nos leva a ter uma atenção especial aos santos e santas, que são as testemunhas excelsas de Cristo; a Igreja, ao proclamar um santo, confirma que sua vida foi uma interpretação exemplar da vida cristã e um testemunho luminoso do Evangelho do Reino de Deus no mundo. E como os dons de Deus são inumeráveis, há também numerosas formas de santidade e de vidas santas. Cada santo, a seu modo, é um exemplo de vida segundo o Evangelho e pode ser imitado pelos outros, sem medo de errar.
Nossos santos católicos não são mitos criados pela fantasia humana. São pessoas que viveram num tempo e num espaço, tiveram uma história pessoal, que pode ser conhecida e verificada; eles são os membros da Igreja, que já chegaram lá, onde todos nós queremos chegar um dia. Mas pela “comunhão dos santos”, eles continuam ligados a nós e nós, a eles. Eles são mestres de vida cristã, testemunhas e exemplos de perseverança na fé, muitas vezes vivida em meio a inumeráveis dificuldades. Muitos deles morreram martirizados, proclamando essa fé, que também nós professamos.
Penso, por isso, que a vida dos santos seja parte importante da Catequese e da iniciação à vida cristã. Eles já percorreram a estrada que nós somos chamados a percorrer; eles foram discípulos exemplares de Cristo, foram bons cristãos e viveram de modo exemplar as virtudes, que também nós somos chamados a viver.
Gosto de retomar a Carta Apostólica Novo millennio ineunte (No início do novo milênio, 2001), do Papa João Paulo 2º. É breve, iluminada, programática. Ali se diz que a santidade é a prioridade das prioridades pastorais: “Não hesito em dizer que o horizonte para o qual deve tender todo o caminho pastoral é a santidade” (cf. n. 30).
A santidade é a vocação universal dos batizados, conforme nos ensina o Concílio, ao falar da Igreja (cf. Lumen Gentium, cap. V). A santidade não é uma ilustração opcional à vida cristã, mas a sua própria meta; pela fé e pelo Batismo, estamos em comunhão com aquele que é o santo e a fonte de toda santidade. A santidade é uma das qualidades da Igreja e deve também ser a marca de todos os seus membros: “Esta é a vontade de Deus a vosso respeito: a vossa santificação” (1Ts 4,3). É a vocação de todos os batizados.
A programação pastoral deve ser marcada pela busca da santidade. Por isso, diz ainda João Paulo 2º na mesma Carta Apostólica: “Perguntar a um catecúmeno – queres o Batismo? – significa ao mesmo tempo perguntar-lhe – queres ser santo?” (n. 32). A santidade, portanto, não é apenas para alguns poucos, mas para todos os discípulos de Cristo.
E o Papa Francisco, na homilia da solenidade de Todos os Santos, voltou a lembrar que a santidade tem um caminho, um rosto e um nome: Jesus Cristo. Estar em comunhão com Ele, seguir seus passos, imitar seu exemplo – eis o jeito da santidade.
Cardeal Odilo Pedro Scherer

Arcebispo de São Paulo

SANTO DO DIA

06 de outubro

Leonardo nasceu no ano 491 na província da Gália. Na juventude Leonardo não quis seguir a carreira das armas, preferindo viver ao lado do Bispo da região. Só mais tarde Leonardo decidiu ingressar num mosteiro para se dedicar somente à vida religiosa.
Mais tarde buscou o isolamento para meditar e viver sua fé na oração. Encontrou o lugar certo para isso num bosque afastado. Lá havia apenas uma casa tosca e simples que lhe servia de morada. Mas seu sossego durou pouco pois a cada dia crescia o número de pessoas que vinham atrás de seus conselhos, orações e consolo.
A história nos narra que o monge Leonardo auxiliou os trabalhos de parto da rainha Clotilde, esposa do rei Clodoveu. Como recompensa o rei doou aquelas terras à Leonardo, que ergueu um altar à Nossa Senhora e aos poucos se tornou uma intensa e fervorosa comunidade religiosa, culminando com a construção do mosteiro de Noblac.
Diz a tradição que o monge Leonardo, só deixava o mosteiro quando alguma missão o exigia, especialmente quando se tratava de resgatar e converter os pagãos encarcerados. O culto de Santo Leonardo de Noblac, uma das devoções mais antigas dos fieis franceses, se propagou em todo o mundo cristão e foi reconhecido pela Igreja. 

São Leonardo de Noblac, rogai por nós!