quinta-feira, 17 de outubro de 2013
SANTO DO DIA
17 de outubro
Inácio nasceu por volta do ano 35 da era cristã. Ao
que parece era um pagão que foi convertido ao cristianismo. Sua educação cristã
aconteceu sob o acompanhamento dos próprios apóstolos. Sucedeu Pedro no posto
de bispo de Antioquia, Viveu toda vida sendo um portador da vontade de Deus.
Antioquia era a terceira cidade mais importante do
Império Romano. Foi aí que o bispo Inácio exerceu seu apostolado até ser
conduzido para Roma, onde morreu mártir no Coliseu, entre os dentes das feras.
Foi o imperador Trajano que decretou sua prisão.
A viagem de Inácio, acorrentado de Antioquia até
Roma, foi o apogeu de sua vida e de sua fé. Feliz por poder ser imolado em nome
do Salvador da humanidade, pregou por todos os lugares onde passou, até o local
do martírio.
Durante esta viagem final escreveu sete cartas que
figuram entre os escritos mais notáveis da Igreja, concorrendo em importância
com as do apóstolo Paulo. Em todas faz profissão de sua fé e contém
ensinamentos e orientações, até hoje adotados e seguidos pelos católicos. Numa
dessas cartas estava o seu especial pedido: "Deixai-me ser alimento das
feras. Sou trigo de Deus. É necessário que eu seja triturado pelos dentes dos
leões para me tornar um pão digno de Cristo".
Santo
Inácio de Antioquia, rogai por nós!
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
16 DE OUTUBRO
Há 35 anos era eleito o primeiro papa polonês da história da
Igreja
No dia 16 de outubro de 1978 era eleito o primeiro Papa polonês
da história. Escolhido pelo colégio cardinalício, o jovem cardeal Karol Jozef
Wojtyla, optou pelo nome de João Paulo II, em homenagem ao seu predecessor,
João Paulo I, falecido após 33 dias de Pontificado.
As primeiras palavras após o anúncio oficial do “Habemus Papam”,
surpreenderam pela simpatia e simplicidade. Um Papa vindo de um “país
distante”, como ele mesmo afirmou, marcaria a história da Igreja, com 26 anos
de Pontificado.
"Não sei se posso explicar-me bem na vossa... na nossa
língua italiana. Se errar, vós me corrigereis. E assim me apresento a vós
todos, para confessar a nossa fé comum, a nossa esperança, a nossa confiança na
Mãe de Cristo e da Igreja, e também para começar de novo a percorrer um caminho
da história e da Igreja, com a ajuda de Deus e coro a ajuda dos homens”,
declarou do alto da sacada da Basílica Vaticana.
O penitenciario-mor emérito da Santa Sé, Cardeal Manuel Monteiro
de Castro, considera João Paulo II, como a “personalidade mais relevante” do
século XXI. “Ele levou a palavra de Deus, palavra de fraternidade, de amor, de
tranquilidade, de serenidade e bem-estar a todos os continentes”, destaca.
O cardeal português teve oportunidade de receber o Papa polonês
em sua primeira visita ao México, e acompanhou-o ainda nas viagens às Caraíbas,
a San Salvador, Espanha e Portugal. Ele destaca a forte personalidade do Papa e
sua “ação vigorosa na Igreja e também no mundo político e
diplomático”.
Entre os principais documentos escritos por João Paulo II,
destacam-se as 14 encíclicas, 15 exortações apostólicas, 11 constituições
apostólicas e 45 cartas apostólicas. Ele realizou 104 viagens internacionais.
Foi o criador das Jornadas Mundiais da Juventude, que reúne milhões de jovens
pelo mundo.
O Papa polonês faleceu no dia 2 de abril de 2005. Foi
beatificado por Bento XVI, seu sucessor, no dia 1 de maio de 2011 e será
canonizado em 27 de abril de 2014, por decisão do Papa Francisco.
A Igreja celebra a memória litúrgica de João Paulo II em
22 de outubro, data que assinala o dia do início de seu Pontificado. No
calendário de santos e beatos, João Paulo II é lembrado pela “extraordinária
solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes,
o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo”.
Fonte: Canção Nova
PORTAL DE NOTÍCIAS
Cardeal Tarcísio Bertone despede-se da secretaria de Estado do Vaticano
Papa
Francisco participou nesta terça-feira, 15, da cerimônia de despedida do
Secretário de Estado, Cardeal Tarcísio Bertone. O novo Secretário nomeado pelo
Santo Padre em agosto, Dom Pietro Parolin, tomará posse em algumas semanas
devido a uma pequena cirurgia à qual deverá se submeter.
Em
carta dirigida ao Cardeal Bertone, o Papa expressou sua gratidão pela
solicitude do cardeal ao longo de sete anos de trabalho no cargo. “Sete anos de
trabalho intenso, vividos com grande generosidade e espírito de serviço. Também
eu pude valer-me ainda, até hoje, da sua colaboração”.
Um
aspecto particular destacado pelo Papa foi a fidelidade do até então secretário
de Estado ao espírito de Dom Bosco, o espírito salesiano que ele soube
conservar e testemunhar.
Dom Bertone,
que é o carmelengo (cardeal mais velho) do colégio cardinalício, encerrou suas
responsabilidades como Secretário de Estado com a peregrinação a Fátima, no
aniversário da última aparição e no 60º da dedicação da Basílica do Santo
Rosário. Ele disse que vê hoje com o Papa Francisco não tanto uma revolução,
mas uma continuidade com o Papa Emérito Bento XVI, mesmo com as diversidades
entre ambos.
“A
escuta, a ternura, a misericórdia, a confiança são realidades maravilhosas que
experimentei pessoalmente com o senhor, Santo Padre, na multiplicidade dos
diálogos, nos gestos, nas surpresas dos telefonemas, nas tarefas que atribuiu a
mim. Obrigado, Papa Francisco, pela sua benevolência!”, disse o cardeal.
Saudação
ao novo Secretário
Na
ocasião, o Papa também dirigiu sua saudação, mesmo na sua ausência, a Dom
Parolin, que em breve tomará posse do cargo na Secretaria de Estado. Francisco
disse que a Secretaria de Estado é bem familiar para o bispo.
“Ele
conhece muito bem a família da Secretaria de Estado, trabalhou lá por muitos
anos, com paixão e competência e com aquela capacidade de diálogo e de trato
humano que são suas características. Em certo modo, é como um ‘voltar à casa’”.
Já no
final de suas palavras durante a cerimônia, o Santo Padre agradeceu a todos os
presentes pelo trabalho que prestam cotidianamente, trabalho que ele considera
precioso para o seu ministério.
Fonte: Canção Nova
Notícias
SANTO DO DIA
16 de Outubro
Margarida Maria nasceu
em 22 de julho de 1647, na modesta família Alacoque. Teve uma infância e uma
juventude conturbadas. Enfrentou uma grave doença que a manteve acamada por
longo período. Como nada na medicina curava o seu mal, Margarida, então, prometeu
a Nossa Senhora, entregar todos os seus dias a serviço de Deus, caso
recuperasse a saúde. Para sua própria surpresa, logo retornou à sua vida
normal.
Assim, aos vinte e
quatro anos de idade, entrou para a Ordem da Visitação, fundada por São
Francisco de Sales. Viveu tempos de iluminação e sofrimento, dialogando com o
próprio Cristo, que lhe falava sobre o amor e devoção à Eucaristia e ao Sagrado
Coração. As visões e mensagens de Margarida Maria apontavam para o Deus do amor
e da salvação.
Margarida sofreu a
crítica dos religiosos de sua época, que não aceitavam suas experiências
místicas. Coube ao padre jesuíta Cláudio de La Colombière esclarecer a
veracidade das intenções de Margarida. Aos poucos o culto ao Sagrado Coração de
Jesus começou a ser difundido também entre os fiéis. E foi assim que, depois de
algum tempo, esta mensagem estava espalhada por todo o mundo católico.
Margarida Maria faleceu
com apenas quarenta e três anos de idade.
Santa Margarida Maria Alacoque, rogai por nós!
terça-feira, 15 de outubro de 2013
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